quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Lugar errado!

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29 de setembro de 2010

“Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia.” (Mateus 28:6 ARC)

Muitas pessoas ainda procuram a Jesus no lugar errado, por exemplo, na cruz ou no sepulcro. Ele não está mais naquela cruz, pois ressuscitou. Também não está mais no sepulcro, pelo mesmo motivo. Vamos entender isso de forma mais clara e mais profunda.

Procurar Jesus na cruz é ignorar tudo que aconteceu depois da crucificação. É o comportamento de Tomé, tão criticado por alguns que o têm por um incrédulo. Toda vez que ignoramos promessas como “estarei convosco todos os dias”, ou se desdenhamos coisas como “estes sinais seguirão os que crerem”, ou ao negligenciar mandamentos como “ide por todo mundo”, o que fazemos é exatamente parar o cronômetro da história na cruz. Mas isso não invalida tudo que Jesus de Nazaré fez neste período, apenas nos deixa à margem. O prejudicado, portanto, é apenas e tão somente quem tem este tipo de conduta. Está buscando Jesus na cruz, pois estou falando de pessoas que oram, que afirmam crer nele, estão nas nosssas igrejas, dão dízimo. Apenas não conseguem ir adiante da cruz.

Procurar Jesus no sepulcro é o que fazem os que se intitulam céticos, racionalistas, ateus, ou simplesmente não aceitam nada sobrenatural. Tudo tem de ter lógica, tem de ser científico, tem de fazer sentido. A ressurreição é um ato sobrenatural de Deus e não de fazer sentido racional. Não crer nisso o deixa historicamente no sepulcro. Mas igualmente, não muda a verdade dos fatos e tão somente coloca à margem os que assim procedem. Há pessoas assim dentro de nossas igrejas, mas muito mais fora delas. A própria constituição da igreja e seu cotidiano é incompatível com este tipo de coração.

O que faremos então? Vamos manter Jesus na cruz? Ou sepultado? Não sou companheiro para isso. Meu Jesus ressuscitou, não está mais ali. Creio nas promessas, nos milagres, nos sinais, no sobrenatural de Deus. O mesmo poder que ressuscitou a Cristo age em mim hoje e é pelo Seu Santo Espírito.

“Pai, ensina-me a ter mais fé, no sentido de crer naquilo que a Biblia ensina, especialmente quando não faz sentido. Ajuda-me.”

Mário Fernandez

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Um alerta de Deus ao seu povo



É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7.14). Destacamos, aqui, algumas importantes lições:

1. O povo de Deus precisa se humilhar. A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo. Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus. A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo. A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

2. O povo de Deus precisa buscar a Deus em oração. Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar. Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor. A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora. A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração. Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração? Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos. Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá. O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

3. O povo de Deus precisa se converter dos seus maus caminhos. Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo. A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra. A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.


Rev. Hernandes Dias Lopes

Pr. Silas Malafaia ataca a Candidata do PV, Marina Silva e diz votar no Serra!


28/09/2010 - 08h47
Líder evangélico ataca Marina e anuncia apoio a Serra

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BERNARDO MELLO FRANCO
CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO

A seis dias da eleição, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, acusou ontem a presidenciável Marina Silva (PV) de "dissimular" suas ideias sobre a liberação do aborto e da maconha e anunciou apoio a José Serra (PSDB).

Ele era o principal líder evangélico a declarar voto na candidata, que é fiel da Assembleia de Deus. A mudança foi comemorada pelos tucanos, que contam com discursos a favor de Serra nos programas de TV do pastor.

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Malafaia havia anunciado apoio a Marina na sexta-feira, pelo Twitter. Em carta enviada ontem a fiéis, ele a chamou de "pessoa que se diz cristã" e a condenou por defender um plebiscito sobre os dois temas polêmicos.

"Pior do que o ímpio é um cristão que dissimula", escreveu. "Ao propor plebiscito, Marina está jogando para a torcida, para ficar bem com os que são contra e com os que são a favor. Sai de cima do muro, minha irmã!".

O pastor disse ainda: "Como faltaram convicção e firmeza em suas declarações, uma vez que o cristão tem de mostrar a cara posicionando-se de forma categórica contra o pecado, Marina perdeu meu voto. Já que não tenho tantas opções, votarei em Serra para presidente."

A carta foi concluída com um ataque ao PT: "Infelizmente, Marina não nega suas raízes petistas."

A deserção surpreendeu Marina e sua equipe, que foi informada da carta pela Folha. Os verdes ainda festejavam a adesão do pastor.

Em nota, a campanha se disse surpresa: "Por se tratar de um líder religioso bem informado, causou estranhamento a revisão de seu apoio três dias depois, com objeções a posicionamentos defendidos exaustivamente por Marina desde o lançamento da candidatura."

A senadora prega a realização dos plebiscitos sobre aborto e maconha desde o início do ano. O pastor Sóstenes Cavalcante, ligado a Malafaia, alegou que ele não sabia e decidiu mudar o voto ao ouvi-la no debate da TV Record, domingo.

Um dirigente da campanha tucana afirmou que Serra não esperava a adesão de última hora e reforçará a defesa de posições conservadoras para ganhar mais força com os evangélicos.

A aproximação entre Malafaia e Marina preocupava aliados de Dilma Rousseff (PT), especialmente no Rio.

O pastor, que não quis dar entrevista, comanda seis horas diárias na TV aberta. Compra horários na Bandeirantes, na RedeTV! e na CNT. Seu irmão Samuel é candidato a deputado estadual no Rio pelo PR, do ex-governador Anthony Garotinho.

+ Notícias sobre eleições

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Política! Piada do dia!

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Joãozinho chega cedo ao colégio e diz à professora:
- Tia lá em casa nasceram oito cachorrinhos e todos vão votar na Dilma.
- É mesmo! Diz a professora petista toda feliz...

Uns quatro ou cinco dias após, o Joãozinho novamente chega à professora e diz:
- Tia lá em casa nasceram oito cachorrinhos e cinco vão votar na Dilma.

Então a professora intrigada pergunta:
- Ué? Não eram oito cãezinhos???
- Eram, mas três já abriram os olhinhos !!!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

GAÚCHO DESTE MEU RIO GRANDE VÉIO!!!


GAUDÊNCIO, o gaúcho guapo que aproveitando a viagem a CAPITAL, vestiu uma camiseta do DESAFIO DE TROVADORES e foi ao médico fazer um 'xecápi'.
Diz o médico:
- Sr.. GAUDÊNCIO, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.
- E eu disse ter 40 anos, tche??
- Quantos anos o senhor tem?
- Fiz 57 em maio que passou.
- Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?
- E eu disse que meu pai morreu, tche?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
- O véio tem 81.
- 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
- E eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E quantos anos ele tem?
- 103, e anda de bicicleta até hoje.
- Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?
- E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem..
- Agora já é demais! - Diz o médico revoltado.
- Por que um homem de 124 anos iria querer casar?
- E eu disse que ele QUERIA se casar? Queria nada, foi obrigado por que ele engravidou a moça.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Neemias, um político que restaurou uma nação



Estamos nos aproximando de mais uma eleição em nossa nação. Nesse tempo, as promessas são muitas, os valores morais são poucos e os riscos são enormes. Precisamos de políticos que tenham vocação, preparo e ética. O papel do poder civil é promover o bem e coibir o mal. Não podemos concordar com esquemas de corrupção nem com roubalheira. Não podemos aplaudir aqueles que se abastecem do poder em vez de instrumentalizar o poder para servir ao povo. Não podemos apoiar aqueles que defendem leis contrárias aos princípios de Deus, pois governar contra Deus é laborar em erro e atrair sobre a nação o juízo dos céus. Hoje quero falar sobre um político que fez diferença em sua nação. Na verdade, ele restaurou sua nação. Esse homem é Neemias. Vamos destacar, aqui, algumas verdades a seu respeito.

1. Neemias foi um político que se envolveu com os dramas do seu povo. Ele teve coragem de fazer perguntas acerca dos dramas vividos pelo seu povo e de identificar-se com sua gente. Ao saber que a cidade dos seus pais estava com seus muros derrubados e suas portas queimadas a fogo, pôs-se a chorar. A dor do seu povo era a sua dor. Mas, Neemias foi além. Ele sentiu e agiu. Ele orou e jejuou. Ele buscou a ajuda do céu e do rei para resolver o problema que atingia sua nação. Precisamos de políticos que amem a Deus e ao povo; líderes que se aflijam com o que aflige o povo. Os muros quebrados falavam de insegurança pública e as portas queimadas da falta de justiça nos tribunais. Esses ainda são os problemas que mais nos afligem. Enquanto recrudesce a violência, escasseia a justiça. Sentimo-nos inseguros e órfãos de justiça. Precisamos de políticos que tenham compromisso com Deus e com os homens, de líderes que tenham sentimentos profundos e ações concretas.

2. Neemias foi um político que não se rendeu à sedução do lucro nem às ameaças dos inimigos. Não há vida pública sem lutas internas e externas, sem pressão de um lado e sedução do outro. Multiplicaram-se os inimigos para tentar paralisar a obra que Neemias estava fazendo. A reconstrução da cidade de Jerusalém não interessava aos inimigos dos judeus nem à classe rica, que se utilizava do ambiente de miséria para explorar ainda mais os pobres. Neemias não aceitou parceria dos inimigos nem se intimidou com suas ameaças. Neemias confrontou com ousadia os inimigos de fora e os usurários de dentro. Precisamos de políticos que não se acovardem; que não vendam sua consciência nem calem sua voz diante das seduções do lucro ou da ameaça dos inimigos.

3. Neemias foi um político que motivou e mobilizou o povo para o trabalho. A cidade de Jerusalém já estava a mais de cem anos debaixo de escombros. Reinava a pobreza interna e a zombaria externa. Neemias diagnostica o problema, incentiva o povo, põe a mão na obra e nomeia cada pessoa para o lugar certo, para fazer a obra certa e com a motivação certa. O resultado foi que, mesmo diante dos percalços da obra, em cinqüenta e dois dias, os muros foram reconstruídos, as portas levantadas e a nação restaurada. Precisamos de políticos que conheçam a Deus, amem o povo e façam a obra; políticos que vivam na presença de Deus e estejam junto com o povo na reconstrução da nação.


Rev. Hernandes

O Pecado Imperdoável




Mateus 12.15-32; Marcos 3.20-30

No relacionamento do crente com o Espírito Santo, há um ponto que não é muito trabalhado, pouco atraente, nem um pouco contagiante e escassamente emocionante – A Blasfêmia contra o Espírito Santo.

A expressão "Blasfêmia" contra o Espírito Santo foi proferida pelo Sr. Jesus para qualificar o pecado dos fariseus, Mateus 12.22-33.

Acredita-se que I João 5.16 também se refere a esse tipo de pecado: "Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para a morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para a morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue."

ANALISANDO O TEXTO

1. Blasfêmia (Marcos 12.29) – no grego, esta palavra significa dizer "coisas abusivas" e é usada para indicar esse tipo de declaração contra os homens (Apocalipse 2.9); contra o Diabo (Judas 9) e contra Deus (Ezequiel 32.12).

2. Palavra contra o filho do homem (Mateus 11.32) – o perigo maior não era a blasfêmia contra o nome de Cristo, pois tal pecado embora sério, pode ser perdoado.

3. Blasfemar contra o Espírito Santo (Marcos 12.29) – O texto indica que aqueles homens deveriam ter reconhecido o fato de que as obras operadas por Jesus, eram realizadas pelo Espírito Santo; mas, em seu ódio, consciente ou inconsciente preferiram atribuía-las a Satanás, resultando em um processo de rebeldia contra Deus.

4. Não tem perdão para sempre (Marcos 12.29) – Fica claro esta expressão indicando a impossibilidade do perdão tanto nesta vida, como a vida depois da morte. A interpretação verdadeira, por conseguinte é que o pecado imperdoável não pode ser perdoado durante a vida física, na terra, e nem na vida de além túmulo. O Novo Testamento Interpretado, Vol. I

Russell Normam Champlin



O QUE É A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO?

Há muita confusão sobre o que é na verdade a blasfêmia contra o Espírito Santo. Isto se deve ao fato das diversas correntes de interpretação do assunto.

Uns dizem que a blasfêmia contra o Espírito santo é o cair da graça, ou seja, perder a salvação (teologia pentecostal).

Na história da Igreja Primitiva, muitos estudiosos emitiram seus pareceres neste assunto:

Irineu – era a rejeição do evangelho;

Atanásio – era a negação da divindade de Cristo, a qual foi evidenciada ao homem pela concepção do Espírito Santo;

Orígenes – era toda a quebra da lei após o batismo.

Agostinho – era a dureza do coração humano rejeitando a obra de Cristo.

Burge – era atribuir as coisas boas de Deus a um ato de Satanás;

Davis – atribuir os milagres de Cristo a influência de Satanás.

Nos textos bases, o Sr. Jesus está dizendo a seus antagonistas que atribuir a Satanás tudo que tem sido operado pelo poder do Espírito Santo, é demonstrar uma visão moral tão distorcida que já não existe mais nenhuma esperança de recuperação.

Os milagres eram claras demonstração de que o Reino de Deus (o poder e a soberania) estavam atuante no mundo. A negação deste fato não tinha origem na ignorância, mas na recusa voluntária em crer.

"Portanto a descrença é imperdoável. O único pecado que Deus não pode perdoar é a recusa do perdão. Então, o "pecado imperdoável é o estado de insensibilidade moral causada pela contínua recusa em crer no poder de Deus" (Robert H. Mounce, Novo Comentário Bíblico Contemporâneo, pag. 129).

QUANDO ACONTECE A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO?

O que torna diferente dos outros o "pecado imperdoável" é a sua relação com o Espírito Santo.

A obra do Espírito Santo é:

1. Iluminar a mente dos pecadores, Efésios 1.17-18;

2. Revelar e ensinar o evangelho, João 14.26;

3. Persuadir as almas a arrepender-se e a crer na verdade, cf. Atos 7.51.

4. Abre a mente de modo que a Palavra de Deus possa ser entendida.

Quando a influência do Espírito Santo é deliberada e conscientemente recusada, em oposição à luz, então o pecado irreversível pode ser cometido como um ato voluntário e deliberado de malícia.

Em resposta a essa atitude, há endurecimento do coração, vindo da parte de Deus, que impede o arrependimento e a fé (Romanos 9.17; Hebreus 3.12-13). Neste caso, Deus permite que a decisão da vontade humana seja permanente.

Deus não faz isso levianamente e sem causa, mas em resposta a um ultraje cometido contra o seu amor.

Louis Berkhof afirma que: "O homem de forma voluntária, maliciosa e intencionalmente atribui o que com clareza se reconhece como obra de Deus à influencia e operação de Satanás" (Louis Berkhof, Teologia Sistemática, pag. 255).

A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO RESULTA EM CONDENAÇÃO ETERNA

O texto que nos serve de base faz alusão aos resultados imediatos e vindouros de tal pecado. Tal pecado, disse Jesus, nunca seria perdoado, nem neste mundo nem no porvir. Quem o comete é réu de pecado eterno (Marcos 3.29; cf. Mateus 12.22-32).

Este pecado leva o homem a estado incorrigível de embotamento moral e espiritual, porque pecou voluntariamente contra a sua própria consciência.

Na linguagem de João, este pecado é para a morte, ou seja, separação final da alma e Deus (I João 5.16), que é segunda morte, reservada para aqueles cujos nomes não estão inscritos "no livro da vida" (Apocalipse 20.15; 21.8).

Para concluir este estudo é necessário algumas informações que trará tranqüilidade.

Freqüentemente pessoas sinceras expressam o temor de haverem cometido o pecado imperdoável. Lembramos que:

1. Enquanto alguém crê de todo o coração que Jesus é filho de Deus e o salvador do mundo, enquanto anela a salvação, pode estar certo de que não cometeu o pecado imperdoável.

2. "Qualquer que esteja preocupado com sua rejeição de Cristo, obviamente não cometeu este "pecado imperdoável". Porque este pecado elimina uma consciência preocupada com qualquer tipo de pecado" (Bíblia de Estudo Scofield, pag. 964).

3. Uma pessoa que quer se arrepender, isto é, quer se desfazer dos seus pecados que tenha cometido, não sofreu o endurecimento e não cometeu o profundo ato que Deus determinou que não será perdoado.

Qualquer pessoa que nasceu de novo não cometerá esse pecado, porque o Espírito Santo que vive nele é Deus, e Deus não está dividido contra si mesmo: "Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus. I João 3.9

Bibliografia Consultada

1. Revista DIDAQUÊ, Vol. XXIII
Publicações Didaque
2. Novo Testamento Interpretado, Vol. I
Russell Normam Champlin – Editora Millenium
3. Teologia do Espírito Santo
F. D. Brunner – Editora Vida Nova
4. O Espírito Santo
Billy Graham – Editora Vida
5. Mateus – Novo Comentário Bíblico Contemporâneo
Robert H. Mounce – Editora Vida
6. I, II, e III João – Introdução e comentário
Jonh Stott – Editora Mundo Cristão
7. Bíblia de estudos:
Bíblia de Estudos de Genebra; Bíblia de Estudos e Referências de Dr. Scofield.

Antônio de Pádua
Missionário da Igreja Presbiteriana de Cruz das Armas
em João Pessoa (PB), trabalhando na área de
Discipulado e Educação Religiosa.