quarta-feira, 23 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
D. Emília sabe saborear o bolo feita pela caçula: Emilinha! Hum que delília!
♥♥♥☻☻☻♥♥♥Oi maninha a mamae desejou comer do meu bolo,e levei bolo la,ela estava deitada quando eu mostrei o bolo para ela,ela nao esperou nem levantar,para comer do bolo levou a mao na vazilha e tirou um pedaço e tivemos que levantar ela depressa porque se nao ela ia engasgar.Sentamos ela e ela comeu bolo ate ,encheu tanto que achou dificio deitar,de tanto que gostou do bolo,e eu disse:
_Mamae quando a senhora quiser comer bolo eu faço de todo meu coraçao e com muito carinho, pois a senhora merece.
e ela mim abraçou e mim deu um bj e disse:
_O minha filha querida eu gosto de comer o bolo que vc faz porque eu acho uma delicia!!
e ela deu um pedaço de bolo para todos que estavão perto e sempre me elogiando.
Fiquei feliz por deixar ela feliz ,era o desejo do meu coraçao. Graças a DEUS. um abraço ♥♥♥☻♥♥♥
_Mamae quando a senhora quiser comer bolo eu faço de todo meu coraçao e com muito carinho, pois a senhora merece.
e ela mim abraçou e mim deu um bj e disse:
_O minha filha querida eu gosto de comer o bolo que vc faz porque eu acho uma delicia!!
e ela deu um pedaço de bolo para todos que estavão perto e sempre me elogiando.
Fiquei feliz por deixar ela feliz ,era o desejo do meu coraçao. Graças a DEUS. um abraço ♥♥♥☻♥♥♥
sábado, 19 de setembro de 2009
QUANDO RECONHECER QUE ERROU É TARDE DEMAIS!

Por Josué Gonçalves
Era uma vez um rapaz que ia muito na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
UM BELO DIA, O BOM PAI LHE PROPÔS UM ACORDO:
- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente. Por causa de carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do Rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau !
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou ! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente, Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma BÍBLIA. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silencio e distancia separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. FALECEU...
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a BÍBLIA que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro Dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A CARTA DIZIA:
"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A BÍBLIA SAGRADA. Nela aprenderás o AMOR A DEUS e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.
E A CARTA FINALIZAVA ASSIM:
"Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um cheque escondido". Antes de fazer qualquer julgamento, pense, reflita, durma sobre a questão, porque a precipitação pode nos trair e nos roubar os tesouros mais preciosos que nós temos. Leia 1 Corintios cap 13.
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Aprendendo com os Erros
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Na vida não precisamos acertar sempre,
Mas a cada dia errar menos.
E é necessário que a cada erro,
Aprendamos o máximo possível.
Para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis,
Das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam,
Nos trazem lembranças que fazem sofrer,
E que preferimos esquecer.
Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las
Para a cada dia errarmos menos e acertramos mais.
Porque a vida é assim, cheia de surpresa
E precisamos aprender a conviver com ela.
Caso contrário, não conseguiremos ser alguém,
E certamente não estamos aqui por acaso,
Sem razão, á toa, sem um objetivo à conquistar.
Estamos em busca de um espaço,
Para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Por isso temos obrigação de aprender
A viver e conviver com a realidade.
Tendo consciência de que em nossas mãos
Está o nosso futuro.
Dependendo principalmente do que somos no presente,
O que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante:
Que devemos ser sempre nós mesmos,
Respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando vermos que isto está acontecendo,
Então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências.
E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento.
Ou seja, que deixamos de ser crianças
E passamos a ser adultos,
Não no físico e sim no mental.
Autor Desconhecido
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
OS GEMIDOS DO MUNDO

O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte. O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também, a natureza. Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la. Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz.
A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua. O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento. As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta. O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que "toda criação geme e suporta angústias até agora" (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração. Duas verdades devem ser aqui apontadas:
1. O cativeiro da criação
É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22). Notemos três fatos:
A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão "cativeiro da corrupção" traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição. Os sinais da morte estão presentes na natureza. O que está presente não é a evolução do universo, mas sua decadência. Vale ressaltar que essa sujeição da criação é involuntária. A criação não é o agente da sua queda. Ela é vítima e não ré. Ela não se submeteu; foi submetida.
A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21). A criação não pode redimir-se nem libertar a si mesma. A terra e os animais estão gemendo nesse cativeiro como prisioneiros num calabouço.
A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais. Nossos rios estão se transformando em esgotos a céu aberto. Nosso ar está sendo poluído por toneladas de dióxido de carbono a cada minuto. Nossos campos estão se transformando em desertos e nossas fontes estão morrendo. Os animais do campo, os peixes do mar e as aves do céu estão gemendo.
2. A expectativa da criação
Destacamos três pontos importantes:
A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação foi amaldiçoada por causa do pecado do homem e será redimida do cativeiro da corrupção na glorificação dos salvos. Sua redenção do cativeiro não se dará antes nem à parte da glorificação dos salvos. Então, haverá liberdade em vez de escravidão, glória incorruptível em vez de decomposição. Se nós vamos participar da glória de Cristo, a criação participará da nossa glória.
A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação vive como que na ponta dos pés, esticando o pescoço, olhando para esse futuro que virá trazendo em suas asas a restauração de todas as coisas. A expectativa da criação é uma esperança viva e certa.
Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22). A criação não se contorce com os gemidos da morte, mas ela geme como uma mulher que está para dar à luz. Seus gemidos não são de desespero, mas de gloriosa expectativa. Ela não geme por causa de um passado inglório, mas por causa de um futuro glorioso. Os gemidos da criação não são dores que carecem de sentido e de propósito, mas são dores inevitáveis no vislumbre de uma ordem nova. A escravidão da decadência dará lugar à liberdade da glória (Rm 8.21). Às dores de parto seguirão as alegrias do nascimento (Rm 8.22). O universo não será destruído, mas sim libertado, transformado e inundado da glória de Deus. Amém!.
Rev. Hernandes Dias Lopes
O QUE FAZER QUANDO NÃO SE SABE O QUE FAZER

O rei Josafá está encurralado por adversários medonhos e insolentes. Uma grande multidão, fortemente armada estava pronta para atacar Jerusalém. Não dava tempo para reagir nem Josafá tinha recursos para resistir àquele aparato militar que pretendia varrer Jerusalém do mapa. Ao saber da tragédia, humanamente irremediável, Josafá teve medo e pôs-se a buscar o Senhor, convocando a nação para orar e jejuar. Em sua oração, o rei disse: "Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti" (2Cr 20.12). Diante da situação tão desesperadora, Josafá admite sua incapacidade; reconhece que não sabe o que fazer, mas põe os seus olhos em Deus. Desse episódio podemos tirar quatro lições:
1. Quando você não souber o que fazer, busque a Deus em oração e jejum (2Cr 20.3) - Há momentos em que os problemas vêm sobre nós como uma torrente caudalosa, como uma avalanche avassaladora, como um terremoto assustador. Nessas horas, nossos recursos são absolutamente insuficientes para enfrentarmos a situação e nada podemos fazer senão recorrermos ao Deus do céu, e clamar por sua ajuda e socorro. A oração e o jejum são recursos sobrenaturais, são armas espirituais à disposição do povo de Deus. Quando agimos por nossa própria destreza e fiados em nossos próprios recursos, ficamos sujeitos a derrotas acachapantes. Mas, quando buscamos a Deus em oração e nos humilhamos sob sua onipotente mão, então, seu braço onipotente sai em nossa defesa e nos concede vitória.
2. Quando você não souber o que fazer, confie nas promessas de Deus (2Cr 20.4-12) - Não basta orar, precisamos orar como convém. Não basta pedir, precisamos conhecer aquele a quem pedimos. Josafá reconhece que Deus é o soberano Senhor nos céus e domina sobre todos os reinos da terra. Ele ora consciente de que nas mãos de Deus estão toda força e poder e não há quem lhe possa resistir. Quando compreendemos a grandeza de Deus, nossos grandes problemas se apequenam. Mas, Josafá deu um passo além em sua oração: ele fulcrou sua súplica nas promessas de Deus. Ao mesmo tempo em que buscou a Deus em oração, abriu as Escrituras para orar e fundamentar sua petição no alicerce firme das promessas de Deus. Oramos com eficácia quando ancoramos nossas petições nas promessas daquele que tem zelo pela sua Palavra e fidelidade em cumpri-la.
3. Quando você não souber o que fazer, ouça e obedeça a Palavra de Deus (2Cr 20.13-19) - Quando todos os homens, mulheres e crianças se reuniram para falar com Deus em oração, Deus se manifestou e falou com eles, trazendo-lhes sua Palavra. Por intermédio da oração falamos com Deus; por meio da Palavra Deus fala conosco. A Palavra divina que veio ao povo encorajou-o a não olhar para as circunstâncias e não temer as ameaças do inimigo. Deus lhes acalmou o coração dizendo que pelejaria por eles e lhes daria a vitória. A Palavra gerou fé no coração deles e tirou seus olhos do problema para colocá-los no Deus que está acima e no controle da situação.
4. Quando você não souber o que fazer, louve a Deus com confiança (2Cr 20.20-30) - Quando o povo ouviu a voz de Deus, o medo foi substituído pelo louvor. Eles enfrentaram os exércitos inimigos não com armas carnais, mas com louvor. Eles não louvaram depois que o inimigo foi derrotado; louvaram para derrotar o inimigo. O louvor não é apenas conseqüência da vitória, mas é a causa da vitória. "Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscada contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" (2Cr 20.22). O louvor é o brado de triunfo dos filhos de Deus no campo de batalha. Quando os problemas parecerem insolúveis, faça o que fez Josafá: ore, jejue, obedeça, e louve ao Senhor, e o inimigo será desbaratado.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Relator descarta fim do fator previdenciário

O relator do projeto de lei sobre o fator previdenciário na Câmara, deputado Pepe Vargas (PT-RS), decidiu manter, parcialmente, o índice de cálculo que traz perdas de benefício para o trabalhador aposentado. Pela pré-proposta apresentada ontem (16) às centrais sindicais, o fator será substituído pela chamada “fórmula 95”, mas não será extinto como prevê o projeto que veio do Senado.
De acordo com a pré-proposta, o aposentado ficará livre do fator previdenciário quando a soma da idade do segurado com o tempo de contribuição for igual ou maior que 95, para homem, e 85, para mulher – considerando que o tempo mínimo de contribuição é de 35 anos (homem) e 30 anos (mulher). Se essa soma for inferior ao valor estipulado, o aposentado continua sob as regras do fator previdenciário, que funciona como um redutor no valor do benefício da aposentadoria.
O relator exemplifica que, com as regras propostas, se uma pessoa tem tempo de contribuição de 39 anos, pode se aposentar, por exemplo, com 55 anos de idade e ter o benefício em valor integral. Hoje, um trabalhador com o mesmo tempo de serviço, mas com 51 anos de idade, por exemplo, se aposenta com perda de 38% em cima do valor total da remuneração e só com 65 anos tem aposentadoria integral.
“Estamos facilitando chegar ao fator um, que quer dizer se aposentar com o mesmo valor do salário. Mas quem não atingiu 95, pode se aposentar, mas nesse caso se aplica o fator. A vantagem é que com essa regra, para a pessoa se aposentar, ela tem que trabalhar menos”, disse ao Congresso em Foco.
A pré-proposta também garante ao segurado requerer sua aposentadoria ao atingir o tempo mínimo de contribuição sem a exigência de idade mínima para se aposentar. O pré-texto, que será apresentado como substitutivo ao PL 3299/08, também assegura vantagens caso o aposentado permaneça na ativa e a soma da idade e do tempo de contribuição exceda os 95. (veja os demais itens da pré-proposta abaixo).
Veto
A pré-proposta não foi bem aceita pelas centrais sindicais. Segundo a assessoria de imprensa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), cuja diretoria está reunida no momento para debater esse e outros assuntos, as centrais não admitem regras para amenizar as perdas de benefício e exigem o fim do fator previdenciário.
Em resposta, o relator afirma que ainda serão feitas novas negociações e realizadas mais três audiências públicas para debater o tema, ainda sem data marcada. Pepe, no entanto, pondera que o texto apresentado ontem é a “garantia mínima de que o governo não irá vetar” uma proposta sobre o tema aprovada pelo Congresso.
“O governo aceita discutir alternativas, mas não concorda com o fim do fator previdenciário. Tudo isso que apresentei na pré-proposta foi acordado com o ministro [da Previdência José] Pimentel. O texto da forma que está é a garantia de que não haverá veto presidencial”, defende Pepe.
O principal argumento contrário do governo é que com a extinção do fator previdenciário haverá um rombo nas contas dos cofres públicos, pois o fator foi criado, justamente, como alternativa de controle de gastos da Previdência Social, de forma a assegurar a redução no valor dos benefícios de maneira inversamente proporcional à idade de aposentadoria do assegurado.
“Essa regra que estamos construindo garante um cenário de estabilidade nas contas da previdência até o ano de 2030. Pela nova regra, o trabalhador tende a ficar 4 anos e meio a mais contribuindo, para se aposentar com o valor integral. Se decide ficar mais, isso gera receita para a previdência e equilíbrio das contas”, garante Pepe.
A pré-proposta apresentada pelo relator tem o aval do autor do projeto para o fim do fator previdenciário, o senador Paulo Paim (PT-RS). Ao site, Paim disse a “fórmula 95” não é a ideal, mas é melhor do que permanecer como está hoje. “O que o Pepe apresenta não é o ideal, mas é um pequeno avanço. O que não dá é para manter o fator previdenciário como está”, considerou. (Renata Camargo)
Leia a íntegra da pré-proposta para o PL do fator previdenciário.
Veja como são as regras hoje para se aposentar por tempo de contribuição e por idade.
ATUALIZADA EM:17/02/2009
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